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巴西低压变频器市场调查(葡语翻译)
2011-12-4 作者:本站原创 来源网站:www.wannengkoudai.com
巴西低压变频器市场调查
 
 
Portuguese葡文版
1.     Informações básicas sobre Brasil
Dados econômicos
AREA: 8.514.215,3 km²
CAPITAL: 
Brasília
POPULAÇÃO: 190.732.694 milhões (Censo 2010) 
QUANTIDADE DE MUNICÍPIOS: 5.435
MOEDA:  Real (R$)
NOME OFICIAL: República Federativa do Brasil
NACIONALIDADE: brasileira
PRESIDENTE: Dilma Rousseff
CLIMA DO BRASIL: equatorial, tropical, tropical de altitude, tropical atlântico, subtropical e semi-árido
CIDADES DO BRASIL (PRINCIPAIS): São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Recife, Manaus, Curitiba, Florianópolis, Belém, Maceió, Cuiabá, João Pessoa, Fortaleza, São Luis.
COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA: Pardos: 42,6%, Brancos: 49,7%, Negros: 6,9%, 
Indígenas: 0,3%, Amarelos: 0,5% (Fonte: PNAD 2006).
Economia
Produtos Agrícolas: algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, laranja, soja
Pecuária: Bovinos, Eqüinos, Muares, Caprinos, Asinino, Bubalino, Suínos, Ovinos, Aves, Coelhos.
Mineração: bauxita, ferro, manganês, ouro e petróleo.
Indústria: de transformação, de bens de consumo e bens duráveis.
PIB (Produto Interno Bruto): 3 675 trilhões de reais (ano de 2010) 
Balança Comercial: superávit de US$ 20, 278 bilhões no ano de 2010.
Crescimento do PIB em 2010: 7,5%
Salário Mínimo Nacional: R$ 545,00 (a partir de 1º de março de 2011)
Inflação em 2010: 5,91% (IPCA)
Taxam de desemprego: 6,7% (IBGE 2010)
A economia do Brasil é a maior da América Latina e a décima do mundo, (medida pelo seu PIB PPC) com um PIB da ordem de 797 bilhões (milhares de milhões) de dólares 2005, ano em que o PIB cresceu 2,3%. Desde 1994, primeiro ano do Plano Real, o país não obtém taxas de crescimento superiores a cinco por cento. Medindo a economia do Brasil pelo PNB PPC, a economia brasileira é a 14ª maior do mundo, com um PNB de 644, 133 bilhões de dólares em 2005.
A economia do país é bastante diversificada e abrange diversos tipos de atividade econômica e industrial:
  • Indústria aeronáutica
  • Agricultura e Agroindústria
  • Indústria automotiva
  • Divisão Geoeconômica
  • Indústria eletrônica
  • Extração  
  • Indústria de transformação
  • Indústria têxtil
  • Mineração
  • Indústria petroquímica
  • Turismo
  • Serviços
  • Sistema Financeiro Brasileiro
  • Estação
  • Mineração
Durante todo o século XVII, expedições chamadas entradas e bandeiras vasculharam o interior do território em busca de metais valiosos (ouro, prata, cobre) e pedras preciosas (diamantes, esmeraldas). Afinal, já no início do século XVIII (entre 1709 e 1720) estas tinham sido achadas no interior da Capitania de São Paulo (Planalto Central e Montanhas Alterosas), nas áreas que depois foram desmembradas como Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, dando início ao ciclo do ouro. Outra importante atividade impulsionada pela mineração foi o comércio interno entre as diferentes vilas e cidades da colônia
No Brasil, o sector primário (agricultura, exploração mineral e vegetal) ainda é muito importante, mas observa-se um lento crescimento proporcional do sector secundário (indústria) em relação aos demais. Cabe observar, no entanto, que a desvalorização da moeda nacional, ocorrida em 1999, estimulou bastante as exportações e, conseqüentemente, o sector agrícola.
Crescimento real do PIB setorial brasileiro
Ano
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
Agropecuária
5,45
4,08
3,11
-0,83
1,27
8,33
2,15
5,76
5,54
4,49
5,29
Indústria
6,73
1,91
3,28
4,65
-1,03
-2,22
4,81
-0,50
2,57
0,07
6,18
Serviços
4,73
1,30
2,26
2,55
0,91
2,01
3,80
1,75
1,61
0,61
3,32
Mercado financeiro
Na base do sistema financeiro está o Conselho Monetário Nacional, que é controlado pelo governo federal. O mais importante agente é o Banco Central do Brasil, que define a taxa de juros e pode influenciar o câmbio por ações de open market.
Resumo das principais cidades e desenvolvimento regional
Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso Sul, Brasília e Goiás): baseia-se principalmente na agroindústria.
Nordeste: (Maranhão, Piauí, Ceara, Bahia, Pernambuco, Paraíba e Alagoas) baseia-se, mormente em indústrias, petróleo e agronegócio. Políticas de incentivos fiscais levaram várias indústrias para a região. O turismo é bastante forte.
Norte (Amazona, Para, Rondônia, Acre, Roraima e Amapá): baseia-se principalmente em extração vegetal e mineral. Merece destaque também a Zona Franca de Manaus.
Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo) possui um parque industrial diversificado e sofisticado assim como tem o comércio e os serviços bem desenvolvidos.
Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) a maior parte das riquezas provém do sector de serviços, mas possui também a indústria e a agropecuárias bem desenvolvidas
 
 
2.     Distribuição de indústrias e suas particularidades
 
Sudeste: 
Como descrito anteriormente, o Sudeste, é a região que possui a maior concentração industrial do país.
 Nesta área, os principais tipos de indústrias são: automobilística, petroquímica,de produtos químicos, alimentares, de minerais não metálicos, têxtil, de vestuário, metalúrgica, mecânica, etc. É um centro polindustrial, marcado pela variedade e volume de produção.
Várias empresas multinacionais operam nos setores automobilísticos de máquinas e motores, produtos químicos, petroquímicos, etc.As empresas governamentais atuam principalmente nos setores de siderurgia. Petróleo e metalurgia, enquanto empresas nacionais ocupam áreas diversificadas.
O grande interesse de empresas multinacionais é principalmente pela mão-de-obra mais barata, pelo forte mercado consumidor e pela exportação dos produtos industriais a preços mais baixos.Quem observa a saída de navios dos portos de Santos e do Rio de Janeiro tem oportunidade de verificar quantos produtos industriais saem do Brasil para outros países. E aí vem a pergunta:com quem fica o lucro dessas operações?Será que fica para os trabalhadores que as produziram?
A cidade do Rio de Janeiro, caracterizada durante muito tempo como capital administrativa do Brasil até a criação de Brasília, possui também um grande parque industrial. Porém, não tem as mesmas características de alta produção e concentração de São Paulo.Constitui-se também,de empresas de vários tipos, destacando-se as indústrias de refino de petróleo, estaleiros, indústria de material de transporte, tecelagem, metalurgia, papel, têxtil, vestuário, alimentos, etc.
Minas Gerais, de passado ligado à mineração, assumiu importância no setor metalúrgico após a 2º Guerra Mundial e passou a produzir principalmente aço, ferro-gusa e cimento para as principais fábricas do Sudeste. Belo Horizonte tornou-se um centro industrial diversificado, com indústrias que vão desde o extrativismo ao setor automobilístico.
Além do triângulo São Paulo,Rio de Janeiro,Belo Horizonte, existem no Sudeste outras áreas industriais, a maioria apresentando ligação direta com algum produto ou  com a ocorrência de matéria-prima . É o caso de Volta Redonda, Ipatinga, Timóteo, João Monlevade e Ouro Branco, entre outras, ligadas à siderurgia.Outros centros industriais estão ligados à produção local, como Campos e Macaé (açúcar e álcool), Três Corações, Araxá e Itaperuna(leite e derivados), Franca e Nova Serrana(calçados), Araguari e Uberlândia(cereais),etc.
O estado do Espírito Santo é o menos industrializado do Sudeste, tendo centros industriais especializados como:Aracruz , Ibiraçu, Cachoeiro de Itapemirim
Vitória, a capital do Estado, tem atividades econômicas diversificadas, relacionadas à sua situação portuária e às indústrias ligadas à usina siderúrgica de Tubarão.
No Sudeste, outras atividades estão muito ligadas à vida urbana e industrial:comércio, serviço público, profissionais liberais, educação, serviços bancários, de comunicação, de transporte , etc.Quanto maior a cidade, maior variedade de profissionais aparecem ligados às atividades urbanas.
Como entre São Paulo, Rio e Belo Horizonte concentra-se a maior produção industrial do país, a circulação de pessoas e mercadorias é muito intensa na região.Milhares de pessoas estão envolvidas na comercialização, transporte e distribuição dos produtos destinados à industrialização, ao consumo interno ou à exportação.Considerada também o centro cultural do país, a região possui uma vasta rede de prestação de serviços em todos os ramos, com grande capacidade de expansão, graças ao crescimento de suas cidades. 
 
Sul: 
A industrialização do Sul, tem muita vinculação com a produção agrária e dentro da divisão regional do trabalho visa o abastecimento do mercado interno e as exportações.
O imigrante foi um elemento muito importante no início da industrialização como mercado consumidor e no processo industrial de produtos agrícolas, muitas vezes em estrutura familiar e artesanal.
A industrialização de São Paulo implicou na incorporação do espaço do Sul como fonte de matéria-prima,Implicou também na incapacidade de concorrência das indústrias do sul, que passaram a exportar seus produtos tradicionais como calçados e produtos alimentares, para o exterior.Com as transformações espaciais ocasionadas pela expansão da soja, o Sul passou a ter investimentos estrangeiros em indústrias de implementos agrícolas.
A indústria passou a se diversificar para produzir bens intermediários para as indústrias de São Paulo.Nesse sentido o sul passou a complementar a produção do Sudeste.Daí considerarmos o Sul como sub-região do Centro-Sul.
Objetivando a integração brasileira com os países do Mercosul, a indústria do Sul conta com empresas no setor petroquímico, carboquímico, siderúrgico e em indústrias de ponta (informática e química fina).
A reorganização e modernização da indústria do sul necessitam também de uma política nacional que possibilite o aproveitamento das possibilidades de integração da agropecuária e da indústria, à implantação e crescimento da produção de bens de capital( máquinas, equipamentos), de indústrias de ponta em condições de concorrência com as indústrias de São Paulo.
 
Nordeste: 
A industrialização dessa região vem se modificando, modernizando, mas sofre a concorrência com as indústrias do Centro-Sul, principalmente de São Paulo, que utilizam um maquinário tecnologicamente mais sofisticado.
A agroindústria açucareira é uma das mais importantes, visando sobretudo a exportação do açúcar e do álcool.
As indústrias continuam a tendência de intensificar a produção ligada à agricultura (alimentos, têxteis, bebidas) e as novas indústrias metalúrgicas, químicas, mecânicas e outras.
A exploração petrolífera no Recôncavo Baiano trouxe para a região indústrias ligadas à produção refino e utilização de derivados do petróleo.
Essa nova indústria , de alta tecnologia e capital intenso, não absorve a mão-de-obra que passa a subempregar-se na área de serviços ou fica desempregada.
As indústrias estão concentradas nas mãos de poucos empresários e os salários pagos são muito baixos, acarretando o empobrecimento da população operária.
O sistema industrial do Nordeste, concentrado na Zona da Mata, tem pouca integração interna. Encontra-se somente em alguns pontos dispersos e concentra-se sobretudo nas regiões metropolitanas:Recife, Salvador e Fortaleza .
Com vistas à política do Governo Federal para o Programa de Corredores da Exportação, instituído no final da década de 70 para atender ao escoamento da produção destinada ao mercado externo, foram realizadas obras nos terminais açucareiros dos portos de Recife e Maceió.
A rede rodoviária acha-se mais integrada a outras regiões do que dentro do próprio Nordeste. A construção da rodovia , ligando o Nordeste(Zona da Mata) ao Sudeste e ao Sul, possibilitou o abastecimento do Nordeste com produtos industrializados no Sudeste e o deslocamento da população nordestina em direção a este.
 
Centro-Oeste: 
Na década de 60, a industrialização a nível nacional adquire novos padrões. As indústrias de máquinas e insumos agrícolas, instaladas no Sudeste, tiveram mercado consumidor certo no Centro-Oeste, ao incentivarem-se os cultivos dos produtos de exportação em grandes áreas mecanizadas.
A partir da década de 70, o Governo Federal implantou uma nova política econômica visando a exportação .Para atender às necessidades econômicas brasileiras e a sua participação dentro da divisão internacional do trabalho, caberia  ao Centro-Oeste a função de produtor de grãos e carnes para exportação.
Com tudo isso, o Centro-Oeste tornou-se a segunda região em criação de bovinos do País, sendo esta a atividade econômica mais importante da sub-região. Sua produção de carne visa o mercado interno e externo.
Existem grandes matadouros e frigoríficos que industrializam os produtos de exportação. O abastecimento regional é feito pelos matadouros de porte médio e matadouros municipais, além dos abates clandestinos que não passam pela fiscalização do Serviço de Inspeção Federal.
Sua industrialização se baseia no beneficiamento de matérias-primas e cereais, além do abate de reses o que contribui para o maior valor de  sua produção industrial . As outras atividades industriais são voltadas para a produção de bens de consumo, como :alimentos, móveis etc. A indústria de alimentos, a partir de  1990, passou a se instalar nos pólos produtores de matérias-primas, provocando um avanço na agroindústria do Centro-Oeste. A CEVAL, instalada em Dourados MS, por exemplo, já processa 50% da soja na própria área.
N o estado de Goiás por exemplo ,existem indústrias em Goiânia, Anápolis,Itumbiara, Pires do rio,Catalão, Goianésia e Ceres. Goiânia e Anápolis, localizadas na área de maior desenvolvimento econômico da região, são os centros industriais mais significativos, graças ao seu mercado consumidor, que estimula o desenvolvimento industrial.
Enquanto outras áreas apresentam indústrias ligadas aos produtos alimentares, minerais não metálicos e madeira, esta área possui certa diversificação industrial.Contudo, os produtos alimentares representam o maior valor da produção industrial.
 
Norte: 
A atividade industrial no Norte, é pouco expressiva, se comparada com outras regiões brasileiras. Porém, os investimentos aplicados, principalmente nas últimas décadas, na área dos transportes, comunicações e energia possibilitaram à algumas áreas o crescimento no setor industrial , visando à exportação.
Grande parte das indústrias está localizada próxima à fonte de matérias-primas como a extração de minerais e madeiras, com pequeno beneficiamento dos produtos.
A agroindústria regional dedica-se basicamente ao beneficiamento de matérias-primas  diversas, destacando-se a produção de laticínios;o processamento de carne, ossos e couro; a preservação do pescado, por congelação, defumação, salga, enlatamento; a extração de suco de frutas; o esmagamento de sementes para fabricação de óleos; a destilação de essências florestais; prensagem de juta, etc.Tais atividades, além de aumentarem o valor final da matéria-prima, geram empregos.
As principais regiões industriais são Belém e Manaus. Na Amazônia não acontece como no Centro-sul do país, a criação de áreas industriais de grandes dimensões.
 
 
2.1.   Principais cidades e desenvolvimentos da região.
 
São Paulo
São Paulo possui o maior PIB dentre as cidades brasileiras, o 10º maior do mundo e, segundo projeção da PricewaterhouseCoopers, será o 6º maior em 2025.Segundo dados do IBGE, em 2005 seu Produto Interno Bruto (PIB) foi de R$ 263 177 148 000,00, o que equivale a aproximadamente 12,26% do PIB brasileiroe 36% de toda produção de bens e serviços do estado de São Paulo.
Sua região metropolitana possui um PIB de aproximadamente R$ 416,5 bilhões, o que corresponde a 57,3% de todo o PIB paulista. Segundo dados do IBGE, a rede urbana de influência exercida pela cidade no resto do país abrange 28% da população e 40,5% do PIB brasileiro.
A capital paulista é a sexta cidade do mundo em número de bilionários, segundo a listagem da revista Forbes considera como referência o endereço principal dos 1.210 bilionários da lista de 2011 feita pela revista, com base em valores convertidos para o dólar norte-americano. Entretanto, a crise financeira de 2008-2009 afetou a renda média domiciliar per capita dos moradores de São Paulo, que, em 2008, era de R$ 816,40, o que posiciona a cidade na oitava colocação no ranking das capitais brasileiras, atrás de FlorianópolisPorto AlegreVitóriaBrasíliaCuritibaRio de Janeiro e Belo Horizonte.
Um dos maiores centros financeiros do Brasil e do mundo, São Paulo passa hoje por uma transformação em sua economia. Durante muito tempo a indústria constituiu uma atividade econômica bastante presente na cidade, porém São Paulo tem atravessado nas últimas três décadas uma clara mudança em seu perfil econômico: de uma cidade com forte caráter industrial, o município tem cada vez mais assumido um papel de cidade terciária, pólo de serviços e negócios para o país. Em São Paulo, por exemplo, está sediada a BM&FBovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo), a bolsa oficial do Brasil. A BMF&Bovespa é a maior bolsa de valores do continente americano e a segunda maior do mundo, ambos em valor de mercado.
O município tem alguns centros financeiros espalhados por seu território, sendo o principal e mais famoso deles a avenida Paulista, que abriga sedes de bancosmultinacionaishotéisconsulados e se impõe como um dos principais pontos turísticos e culturais da cidade. O centro da cidade, que apesar de ter sido ofuscado pelas centralidades econômicas mais recentes, abriga a Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA), diversas empresas e hotéis. Contudo, existem outras centralidades no chamado vetor sudoeste, como a avenida Brigadeiro Faria Lima e os bairros do Brooklin e Vila Olímpia, na região oeste da cidade, que se destacam por sua intensa e moderna verticalização, pela presença de hotéis de luxo e empresas multinacionais.
Muitos analistas também têm apontado São Paulo como uma importante "cidade global" (ou "metrópole global", classificação dividida apenas com o Rio de Janeiro entre as cidades brasileiras). Como cidade global, São Paulo tem acesso às principais rotas aeroviárias mundiais, às principais redes de informação, assim como sedia filiais de empresas transnacionais de importância global, além de importantes instituições financeiras, mesmo estando conectada marginalmente aos fluxos transnacionais de pessoas, investimentos e empregos.
O urbanista João Sette Whitaker Ferreira, entretanto, considera que a desigualdade social e a segregação espacial descaracterizam São Paulo como uma cidade global. Apesar de ser o centro financeiro do país, São Paulo apresenta também alto índice de negócios ligados à economia informal. Neste mesmo cenário, segundo dados de 2001 da prefeitura do município, cerca de 10% dos paulistanos vivia abaixo da linha de pobreza.
A cidade de São Paulo também tem se consolidado em um polo de comércio de produtos contrabandeados, pirateados e falsificados, em geral localizados em alguns pontos do centro da cidade como a Rua 25 de Março, a rua Santa Ifigênia e áreas próximas a estações de metrô. Os artigos em geral são CDs com versões piratas de softwares, filmes ou álbuns em CD e DVD,[116] ou então acessórios e itens de vestuário, principalmente mochilas e tênis de marcas internacionais, entre outros artigos. Nos últimos anos, porém, tem crescido a apreensão desses artigos pirateados.
 
 
Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro é a cidade com o segundo maior PIB no Brasil, superada apenas por São Paulo. Detém também o 30º maior PIB do planeta, o qual, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$ 139.559.354.000 em 2007 - equivalente a 5,4% do total nacional.
setor de serviços abarca a maior parcela do PIB (65,52%), seguido pela arrecadação de impostos (23,38%), pela atividade industrial (11,06%) e peloagronegócio (0,04%).
Beneficiando-se da posição de capital federal ocupada por um longo período (1763-1960), a cidade transformou-se em um dinâmico centro administrativo,financeirocomercial e cultural. A Região Metropolitana do Rio de Janeiro, tal como considerada pelo IBGE, ostenta um PIB de R$ 187.374.116.000, constituindo o segundo maior polo de riqueza nacional. Concentra 68% da força econômica do estado e 7,91% de todos os bens e serviços produzidos nopaís. Levando-se em consideração a rede de influência urbana exercida pela metrópole (e que abrange 11,3% da população brasileira), esta participação noPIB sobe para 14,4%, segundo o estudo divulgado em outubro de 2008 pelo IBGE. Há muitos anos congrega o segundo maior polo industrial do Brasil, contando com refinarias de petróleoindústrias navaissiderúrgicasmetalúrgicaspetroquímicas, gás-químicas, têxteisgráficaseditoriaisfarmacêuticas,de bebidascimenteiras e moveleiras. No entanto, as últimas décadas atestaram uma nítida transformação em seu perfil econômico, que vem adquirindo, cada vez mais, matizes de um grande polo nacional de serviços e negócios.
Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ), que atualmente negocia apenas títulos públicos, foi a primeira bolsa fundada no Brasil, em 1845, e localiza-se na região central.
No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras - a Petrobras e a Vale -, o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina - as Organizações Globo - e grandes empresas do setor de telecomunicações, como: OiTIMEmbratelInteligNet (maior empresa multisserviços via cabo da América Latina) eStar One (maior empresa latino-americana de gerenciamento de satélites).
No setor de petróleo, verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas, dentre as quais as maiores do Brasil (ShellEssoIpirangaChevron Texaco, El Paso, Repsol YPF). A maioria mantém centros de pesquisa espalhados por todo o estado e, juntas, produzem mais de 4/5 do petróleo e dos combustíveis distribuídos nos postos de serviço do território nacional. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) (maior siderúrgicada América Latina) e a filial brasileira da BHP Billiton exercem papel de destaque no setor de mineração.
O Rio de Janeiro herdou de seu passado uma forte vocação cultural. Atualmente, aglutina os principais centros de produção da TV brasileira: o Projac da Rede Globo de Televisão, o RecNov da Rede Record e o Polo de Cinema de Jacarepaguá - responsáveis pela geração de cerca de 10 mil empregos diretos e 30 mil indiretos. Em2006, 65% da produção do cinema nacional foi realizada exclusivamente por estúdios cariocas, captando R$ 91 milhões em recursos federais através de leis de incentivo fiscal.
Coca-Cola BrasilMichelinPSA Peugeot CitroënXerox do Brasil, GE Oil & Gás, Light, Chemtech, TranspetroSouza Cruz (British American Tobacco), PreviGrupo SulAmérica, Grupo Queiroz Galvão, Ponto Frio e Lojas Americanas compõem a lista das grandes companhias sediadas na cidade. Segundo dados da Associação Comercial do Rio de Janeiro, dos cerca de 250 laboratórios existentes no país, 80 operam no estado do Rio, sendo a maior parte na capital. Ênfase paraSchering-PloughGlaxoSmithKlineSanofi-AventisRoche e Merck.
cidade reúne os principais grupos nacionais e internacionais do setor naval e os maiores estaleiros do país e do estado - o qual detém cerca de 90% da produção de navios e de equipamentosoffshore no Brasil..
turismo confere mais do que um mero adendo à economia local, uma vez que muitos turistas são atraídos por uma miríade de ícones culturais epaisagísticos - o que leva à criação de diversos postos de trabalho, robustecendo os setores comercial e de hotelaria. De acordo com um levantamento recente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) para 2008, existem 30 estabelecimentos da categoria (segundo lugar no ranking), ou 8,2% do total nacional).
Uma parcela significativa do parque gráfico-editorial brasileiro faz-se presente. Quanto à indústria fonográfica, figuram gigantes como EMIUniversal MusicSony BMGWarner Music e Som Livre.
Muitas empresas estataisfundações públicas e autarquias federais possuem suas sedes estabelecidas na cidade, com destaque o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Eletrobrás (maior companhia do setor de energia elétrica da América Latina), a Casa da Moeda do Brasil, as Indústrias Nucleares do Brasil (INB), a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), oInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA-Rio), o Inmetro, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Escritório-Central da Agência Nacional do Petróleo (ANP), a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), a Confederação Nacional do Comércio (CNC; também sediada em Brasília), a Agência Nacional do Cinema (ANCINE) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
 
Salvador
Salvador é a cidade economicamente mais desenvolvida no estado, devido à histórica participação comercial e industrial. A participação da agropecuária na economia é inexpressível devido à inexistência de territórios rurais dentro do município.
economia de Salvador está distribuída da seguinte forma:
Composição da economia de Salvador
 
 
0,06%
 
 
20,99%
 
 
78,94%
De acordo com o IBGE, o PIB de Salvador vem crescendo, chegando a atingir R$ 22 145 303 000,00 em 2005, assim como o PIB per capita, que chegou a R$ 8 283,00 também em 2005. Ainda neste ano, o PIB da cidade correspondia a 1,03% das riquezas produzidas no país e era a  cidade mais rica do Brasil.
Em 2003, de acordo com a contagem do IBGE na época, Salvador possuía o 19º maior PIB entre os municípios brasileiros e o segundo entre os baianos, atrás apenas de Camaçari. Nesse ano, o PIB de Salvador era de R$ 11 967 563 000,00, o que correspondia a 0,77% do PIB do Brasil daquele ano.
Segundo um estudo coordenado pelo professor Moisés Balassiano, da FGV-RJ, Salvador aparece como a 11ª melhor cidade para desenvolver carreiras no país.
 
 
 
3.     Mercado brasileiro de automação industrial
3.1.   Mercado e sua distribuição em 2010 e estimativa para 2011.
3.1.1.Taxa de crescimento e seus motivos
O faturamento do setor eletroeletrônico no 1º trimestre de 2011 cresceu 11% na comparação com igual período de 2010, o que, em termos reais (descontada a inflação do setor pelo IPP - Índice de Preços ao Produtor do IBGE), representa crescimento de 12%.
 
Var % do Faturamento por Área por trimestre 
Reais Correntes
Áreas
1ºT/11 X 1ºT/10
Automação Industrial
15%
* GTD - Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica
Este crescimento é reflexo da atividade econômica do País, que no início do ano apresentava bastante vigor.
O PIB do Brasil no 1º trimestre deste ano cresceu 4,2% na comparação com o 1º trimestre do ano passado. Entre seus parâmetros destacam-se o consumo das famílias, que cresceu 5,9%, e a formação bruta do capital fixo, 8,8%. Estes comportamentos justificam o crescimento de alguns segmentos da indústria eletroeletrônica, tanto os de bens de consumo como os de bens de capital.
O desempenho do faturamento foi positivo para todas as áreas representadas pela ABINEE, com percentuais que variaram de 2% (Material Elétrico de Instalação e Utilidades Domésticas) a 20% (Telecomunicações).
Quanto aos equipamentos de Automação Industrial e de Equipamentos Industriais, o crescimento dos investimentos produtivos no País foi responsável pela expansão dos faturamentos desses setores, que atingiram 15% e 14%, respectivamente. As indicações das indústrias do setor são de que alguns segmentos específicos contribuíram particularmente para o desempenho desses segmentos como Petróleo e Gás, Mineração, Açúcar e Álcool, entre outros.
Apesar desse quadro favorável, aumentou a porcentagem de empresas cujas vendas ou encomendas ficaram abaixo das expectativas - de 32%, dos informantes no último trimestre do ano passado, para 36%, no 1º trimestre deste ano. As áreas responsáveis por este fato foram Automação Industrial, Componentes Elétricos e Eletrônicos, Equipamentos Industriais e, especialmente, Material Elétrico de Instalação, que, como foi demonstrado acima, teve crescimento de apenas 2%. As áreas de GTD e de Informática mantiveram os percentuais da pesquisa anterior. Somente a área de Telecomunicações avaliou melhor o comportamento dos negócios do trimestre, aliás, de forma bastante expressiva.
 
Porcentagem de Empresas que apresentaram
Vendas/Encomendas abaixo das expectativas
Áreas
1ºT/09
2ºT/09
3ºT/09
4ºT/09
1ºT/10
2ºT/10
3ºT/10
4ºT/10
1ºT/11
Automação Industrial
100%
100%
100%
50%
50%
57%
57%
38%
43%
Em dólares, as exportações cresceram 2% no 1º trimestre do ano (US$ 1,68 bilhão) em relação ao mesmo período do ano passado (US$ 1,65 bilhão), porém, em Reais, apresentaram queda de 6%.
Apesar disso, as áreas de Componentes Elétricos e Eletrônicos e Equipamentos Industriais aumentaram suas exportações em dólares, tendo como principais produtos, no primeiro caso, a eletrônica embarcada (+22%) e os componentes para equipamentos industriais (+13%); no segundo caso, motores e geradores (+27%).
Exportações de Produtos do Setor
1º Trimestre
Áreas
US$ Milhões *
Var.%
2010
2011
Automação Industrial
73
72
-2%
* Dados preliminares
Produtos mais exportados
1º Trimestre
Produtos
US$ Milhões *
Var.%
2010
2011
Comp. p/ Equip. Industriais
117
132
13%
* Dados preliminares
Exportações de Produtos do Setor por Blocos Econômicos
1º Trimestre
Regiões
US$ Milhões *
Var.%
2010
2011
Estados Unidos
250
225
-10%
Aladi (Total)
945
932
-1%
- Argentina
459
449
-2%
- Outros Aladi
486
483
-1%
União Européia
193
244
26%
Ásia (Total) **
81
103
28%
- China
34
39
14%
- Outros Ásia
47
64
38%
Demais Países do Mundo
181
178
-1%
Total
1.650
1.683
2%
* Dados preliminares 
** Exceto Oriente Médio
 
 
 
 
Importações de Produtos do Setor 
1º Trimestre
Áreas
US$ Milhões *
Var.%
2010
2011
Automação Industrial
527
655
24%
 
Produtos mais importados
1º Trimestre
Produtos
US$ Milhões *
Var.%
2010
2011
Semicondutores
979
1.138
16%
Comp. p/ Telecomunicações
858
1.131
32%
Componentes p/ Informática
826
652
-21%
Instrumentos de Medida
283
357
26%
Eletrônica Embarcada
302
354
17%
Comp. p/ Equips Industriais
196
252
28%
Grupo Motogerador
99
236
137%
Maq. p/ Processament. Dados
146
196
34%
Aparelhos Eletromédicos
157
178
14%
Telefones Celulares
87
174
99%
* Dados preliminares
 
Importações de Produtos do Setor por Blocos Econômicos
1º Trimestre
Regiões
US$ Milhões *
Var.%
2010
2011
Estados Unidos
849
1.007
19%
Aladi (Total)
258
278
8%
- Argentina
73
75
4%
- Outros Aladi
185
202
9%
União Européia
1.243
1.536
24%
Ásia (Total) **
4.812
5.676
18%
- China
2.539
3.127
23%
- Outros Ásia
2.273
2.549
12%
Demais Países do Mundo
312
419
35%
Total
7.474
8.916
19%
* Dados preliminares 
** Exceto Oriente Médio
Considerando o crescimento das importações em Reais, observa-se que, nos casos dos equipamentos para GTD, Material Elétrico de Instalação, Telecomunicações e Utilidades Domésticas, os índices foram superiores aos crescimentos dos faturamentos das respectivas áreas, o que pode representar nestes casos, que as importações ganharam espaço no mercado interno.
Var % - 1º trimestre/2011 X 1º trimestre/2010 em Reais
Áreas
Importações *
Faturamento
Automação Industrial
15%
15%
* Dados preliminares
O número de empregados do setor manteve a tendência de crescimento observada nos últimos meses, atingindo 178,5 mil funcionários no final de março de 2011 - 3.810 acima do observado no final do ano passado (174,7 mil). Porém, na observação dos dados mensais de emprego, observa-se que as absorções de mão de obra vêm reduzindo, gradativamente, desde fevereiro
Empregados do Setor Eletroeletrônico
Mês
Total (em mil)
Var. (mês) absoluta
Dez/10
174,68
-
Jan/11
175,99
1.310
Fev/11
177,51
1.520
Mar/11
178,49
980
Abr/11
178,76
270
 
 
3.1.2.Perspectivas do mercado de automação
 
Quanto às perspectivas, um maior número de empresas espera crescimento do faturamento no próximo trimestre, em relação à última pesquisa.
As maiores evoluções nesta avaliação ocorrem nas áreas de Componentes, Equipamentos Industriais e GTD.
 
Porcentagem das Empresas com Expectativas de Crescimento das Vendas/Encomendas para o trimestre seguinte em relação ao igual período do ano anterior
Áreas
1ºT/09
2ºT/09
3ºT/09
4ºT/09
1ºT/10
2ºT/10
3ºT/10
4ºT/10
1ºT/11
Automação Industrial
29%
20%
29%
83%
83%
57%
57%
63%
57%
Componentes
0%
18%
43%
77%
100%
56%
45%
30%
55%
Equip. Industriais
0%
0%
17%
83%
83%
80%
80%
71%
100%
GTD
8%
20%
13%
54%
57%
77%
79%
46%
62%
Informática
25%
43%
50%
83%
56%
67%
86%
83%
83%
Material de Instalação
25%
33%
43%
71%
86%
75%
88%
63%
63%
Telecomunicações
8%
10%
62%
50%
80%
70%
82%
63%
63%
Total
12%
20%
37%
69%
76%
69%
73%
57%
66%
 
Para este ano, o faturamento esperado pela indústria é de R$ 134,5 bilhões, 8% acima de 2010.
Apesar das medidas de contenção do crescimento econômico adotadas pelo Governo visando o controle da inflação, ainda se espera que a evolução do PIB neste ano fique perto dos 4%, o que, por si só, justifica o crescimento esperado pelo setor.
Com exceção da área de Material Elétrico de Instalação, que deverá se manter estável, as demais áreas esperam crescimento que variam de 2% (Utilidades Domésticas) a 14% (Telecomunicações). No entanto, continua a preocupação com a valorização do Real, cujos efeitos sobre a indústria têm sido perversos.
 
Projeção do Faturamento por Área
(R$ milhões a preços correntes)
Áreas
2010
2011
2011 X 2010
Automação Industrial
3.237
3.551
10%
Total
124.376
134.500
8%
 
O mercado interno deverá continuar como o elemento dinâmico para a atividade do setor uma vez que as exportações não deverão reagir nos próximos meses diante da perspectiva de manutenção da política cambial.
Por sua vez, as importações deverão manter a trajetória de crescimento ganhando espaço no mercado interno, especialmente de bens finais.
 
Projeções dos Principais Indicadores do Setor
Indicador
2010
2011
2011 X
2010
Faturamento (R$ milhões)
124.376
134.500
8%
Faturamento (US$ milhões)
70.708
82.917
17%
Exportações (US$ milhões)
7.619
7.800
2%
Importações (US$ milhões)
34.882
41.200
18%
Saldo (US$ milhões)
-27.263
-33.400
23%
Nº de Empregados (mil)
175
178
2%
 
 
 
 
3.2.   Estrutura de canal
 
 
3.2.1. Estrutura de canal de venda
73 % das vendas são feitas através venda direta ao consumidor através de distribuidor, atacadista, revenda. As vendas por telemarketing são cada vez menos empregadas, elas atingem apenas 16% dos consumidores O canal de vendas que funciona no Brasil é por vendas através do consumidor direto, ou seja através de um vendedor ou representante.
 
3.2.2.Estrutura de venda dos fornecedores
Fornecedores de material de automação industrial são constituídos de empresas nacionais e estrangerias que lançam mão de equipe de venda técnica que varia de pacote de acionamento até soluções elétrica turn-key. Através de seu sistema de distribuidores, os fabricantes procuram qualificar a mão de obra para que possam estar capacitados para venda do produto técnico. Há, também, aqueles que não dispor de corpo técnico adequada que acabam apenas comercializando os produtos mais corriqueiros onde a tecnologia de fabricação e de venda acabam não sendo fator competitivo que acabam concorrendo com produto de baixa tecnologia. 
 
 
3.2.3.Particularidades de distribuidores
A rede de distribuição atuante no setor de automação industrial no Brasil ainda se matem características da década passada, onde se preocupa em atender necessidades pontuais, onde a venda de projeto ainda não é amplamente difundida. O primeiro para este mercado é oferecer instalação, manutenção e elaboração de projetos específicos para determinado cliente. Mas o número de empresas que prestam este serviço é muito pequeno cerca de 50 % delas ainda estão estudando essa possibilidade. O principal motivo para não acontecer seria falta de mão de obra qualificada, que constituí um aumento de custos operacionais. Por outro lado, uma nova geração de distribuidores surgiram para atender essa lacuna, e, juntamente com os fabricantes, oferecer soluções completas que só é possível através de qualificação de mão-de-obra. Desta maneira, consegue-se oferecer pacote de maior valor agregado e assim, obtendo maior rentabilidade ao negócio.
 
 
3.3.   Especificações técnicas de inversor de frequencia      
 
3.3.1.Principal forma de comunicação
 
Padrão: Comunicação serial através de RS-232 integrado com ModBus RTU, Metasys N2 e P1-FLN.
Opções: DeviceNet, Ethernet/IP, ControlNet, LonWorks, Profibus DP, BACnet Bluetooth (todas com uso somente de kit de comunicação DSI externo).
 
3.3.2. Tipo de peça de reposição
 
Podemos discriminar as peças, dividindo por funções:
a)      Refrigeração: ventoinhas internas e externas.
b)      Componentes internos: capacitores eletrolíticos.
c)      Conexões: cabos fitas e OITF
d)      Energia: fonte de tensão
 
3.3.3.Requistos de EMC
 
Requisito 1
Todas as partes metálicas do painel deverão estar conectadas entre si com contatos firmes e com áreas de contato amplas (e não tinta sobre tinta!). Eventualmente deverão ser utilizadas arruelas de contato. A porta do painel deverá ser conectada com a estrutura do painel através de flexível de cobre.
 
Requisito 2
Cabos de sinal e de potência deverão ser montados separadamente (evitar trechos de acoplamento!). Distância mínima: 20 cm. Deverão ser previstas chapas de separação entre os cabos de potência e de sinal. As chapas deverão ser aterradas em diversos pontos.
 
Requisito 3
Contatores, relés, válvulas magnéticas, contadores de horas de operação
eletromecânicos, etc. deverão ser conectados dentro do painel de forma a se evitar interferências, por ex., com filtros R-C, diodos, varistores. A ligação deverá ser feita diretamente nos terminais das bobinas.
 
Requisito 4
Cabos não-blindados do mesmo circuito (cabos de ida e de retorno) deverão ser
trançados a fim se evitar efeitos antena (ex. sensor de temperatura).
 
Requisito 5
Evitar comprimentos de fiação desnecessários. Com isso diminuem-se as capacitâncias e indutâncias de acoplamento.
 
Requisito 6
Aterrar os fios de reserva em ambas as extremidades. Com isso consegue-se um
aterramento adicional. 
 
Requisito 7
Geralmente diminuem-se os acoplamentos de interferências pela passagem de cabos ao lado de chapas aterradas. Em função disso, não passar cabos pelo painel de forma aleatória, e sim próximos à estrutura do painel ou a placas de montagem. Isso também é válido para cabos reserva.
 
Requisito 8
Taco, encoder ou resolver deverão ser conectados com cabos blindados. A blindagem deverá ser conectada do lado do taco, encoder ou resolver e também do lado do conversor com grande área de contato. A blindagem não poderá ser interrompida, por ex., por bornes intermediários. Para encoders e resolvers deverão ser utilizados cabos pré-confeccionados com blindagem múltipla.
 
Requisito 9
As blindagens de cabos de sinais digitais deverão ser aterradas em ambos os lados (da fonte e do receptor) com uma área grande de contato. Em casos de mau contato da blindagem deverá ser adicionalmente utilizado um cabo de bitola mínima 10 mm² em paralelo à blindagem, para diminuição das correntes de defeito. Em geral, pode-se aterrar a blindagem diversas vezes (na estrutura do painel). Mesmo fora do painel poderão ser feitos vários aterramentos. Blindagens com fitas são inadequadas. Elas são pelo menos 5 vezes piores que as
blindagens com malha. 
 
Requisito 10
As blindagens de cabos de sinais analógicos deverão ser aterradas em ambos os lados para casos de um bom potencial de aterramento. Bom potencial de aterramento é conseguido observando-se o descrito no requisito 1.
No caso de surgimento de defeitos em baixa freqüência nos cabos de sinal, por
exemplo, oscilações no sinal de rotação/sinais de medição em função de correntes de equalização (zumbido), o aterramento da blindagem dos cabos de sinais analógicos deverá ser ser feito somente do lado do conversor. A outra extremidade da blindagem deverá ser aterrada via capacitor (p.ex.: 10 nF/100 V tipo MKT). Através do capacitor, porém, o aterramento de sinais de altas freqüências permanecerá em ambos os lados.
 
Requisito 11
Cabos de sinais deverão ser encaminhados ao painel de preferência através do lado do painel, próximo à parede metálica do painel.
 
Requisito 12
Se os conversores possuírem alimentação externa de 24 V DC, a fonte não poderá alimentar diversas cargas, distribuídas fisicamente em diferentes painéis (zumbidos!). A solução ideal é a utilização de uma fonte de alimentação por
conversor.
 
Requisito 13
Evitar acoplamento de interferências através da rede de alimentação; conversores e sistemas de automação / eletrônica de comando deverão ser alimentados por redes diferentes. Se houver somente uma rede disponível, deverá ser previsto trafo isolador para a alimentação do sistema de automação / eletrônica de comando. 
 
Requisito 14
Para atendimento aos valores limite classe "A1“ ou "B1" (EN 55011) é obrigatório o uso de um filtro de rádio-freqüência, mesmo se já estiverem sendo utilizado filtros senoidal e du/dt entre o motor e o conversor. A necessidade de instalação de filtro adicional para outras cargas dependerá do sistema
de comando utilizado e da fiação do resto do painel. 
 
Requisito 15
A montagem de um filtro RFI deverá ser sempre próxima da fonte de interferências. O filtro deverá ser conectado com a placa de montagem, estrutura do painel etc. com uma grande área de contato. De preferência utilizar placas de montagem sem pintura (por ex., de aço inox ou zincada) pois dessa forma toda a placa terá contato elétrico com o filtro. Para placas de montagem pintadas, deverá ser eliminada a pintura nos pontos de fixação do conversor e do
filtro RFI ou providenciar conexão via cabo terra, para que haja contato elétrico. 
Os cabos de entrada e saída do filtro RFI deverão ser separados fisicamente. 
 
Requisito 16
Todos os cabos de alimentação de motores com velocidade variável deverão ser
blindados para limitação da emissão de interferências, com conexão das blindagens com as carcaças dos equipamentos sendo feitas de forma a garantir uma grande área de contato e baixa indutividade. Mesmo dentro do painel elétrico os cabos do motor deverão ser blindados, ou no mínimo separados por meio de chapas aterradas. Cabos adequados para a alimentação de
motores são com blindagem em cobre. Blindagens em aço não são adequadas. 
No lado do motor poderá ser utilizado prensa-cabos PG adequado com conector de blindagem. Deverá ser garantida uma baixa impedância entre a carcaça do motor e a caixa de ligação. Eventualmente deverão ser utilizadas cordoalhas de aterramento. A caixa de ligação do motor não poderá ser de plástico!
 
Requisito 17
Deverá ser utilizado um reator de entrada entre o filtro RFI e o conversor.
 
Requisito 18
Os cabos de rede e os cabos do motor deverão ser fisicamente separados, por ex., por chapa de separação aterrada.
 
Requisito 19
A blindagem entre o motor e o conversor não poderá ser interrompida pela montagem de componentes como reatores de saída, filtros senoidais, filtros du/dt, fusíveis e contatores. Os componentes deverão ser montados sobre uma placa de montagem, que tem também a função de aterramento dos cabos de entrada e saída. Eventualmente será necessária a utilização de
chapas de separação aterradas para a blindagem dos componentes.
 
Requisito 20
Para limitação da radiação de rádio-interferências (especialmente para classe "B1") além dos cabos de rede, todos os cabos que saiam do painel deverão ser blindados. 
 
3.3.4. Padrões de fabricação
 
No Brasil, os produtos comercializados terão que estar em conformidade com padrão ABNT, neste caso atender normatização ABNT NBR 5117: 2007.
 
3.3.5.Métodos de controle
 
Podemos dividir em 2 principais métodos:
 
a)      Controle escalar
Em linhas gerais, podemos dizer que os inversores escalares baseiam-se em
equações de regime permanente. A lógica de controle utilizada é a manutenção da
relação V/F constante. Apresentam um desempenho dinâmico limitado e
usualmente são empregados em tarefas simples, como o controle da partida e da
parada e a manutenção da velocidade em um valor constante (regulação).
 
b)     Controle Vetorial
A lógica de controle empregada baseia-se em equações dinâmicas do motor,.
Assim, embora a programação de controle seja mais complexa do que aquela correspondente ao controle escalar, o desempenho dinâmico é bem superior a este. A idéia central é promover o desacoplamento entre o controle do fluxo e o controle da velocidade por meio de transformações de variáveis. Com esta técnica de controle, os inversores podem ser empregados em tarefas complexas, que exijam grande precisão e dinâmicas rápidas do ponto de vista de controle. Os inversores Vetoriais podem ser divididos em duas categorias: aqueles que utilizam a realimentação física da velocidade, obtida de dispositivos transdutores, e aqueles que não empregam a realimentação física da velocidade, fazendo uso de estimadores de velocidade. A realimentação ou "Feedback", permite "enxergar" o movimento do eixo do motor possibilitando controlar a velocidade e o torque com alta precisão mesmo em velocidades muito pequenas, próximas de zero. A realimentação da velocidade é realizada utilizando um gerador de pulsos, conhecido com "Encoder". Alguns equipamentos permitem a utilização dos dois modos, sendo necessário uma placa opcional para a operação de malha fechada. A operação sem a realimentação da velocidade é também conhecida como "Sensorless". Nesse caso, o algoritmo de controle torna-se mais complexo pois o inversor deve calcular através de artifícios matemáticos a velocidade do motor. A operação sem realimentação possui performance inferior à operação com realimentação. Os Inversores Vetoriais ecessitam da programação de todos os parâmetros do motor como, resistências elétricas, indutâncias, correntes nominais do rotor e estator, dados esses normalmente não encontrados com facilidade. Para facilitar o set-up, alguns inversores dispõem de sistemas de ajustes automáticos também conhecidos como "Auto-tunning", não sendo necessário a pesquisa de dados sobre o motor.
 
 
3.3.6.Dimensionamento de cargas e especificações.
 
Alguns exemplos de inversor de freqüência comercializado no Brasil:
 
Mitsubishi Eletric
Fabrica inversores de freqüência que operam com tensão de entrada de 200 – 480V e 50/60 Hz, saída de 0,2 – 630 KW e freqüência de saída de 0,2 – 400 Hz.
 
WEG
Possui uma vasta linha de inversores de freqüência, que operam com tensões de entrada de 200 – 480V, frequência de saída de até 10KHz e uma corrente de sobrecarga de até 150%.
 
 
3.4.   Mercado competidor de inversor de frequencia
·        Yaskawa.
·        ABB
·        Siemens
·        Weg
·        Schneider
·        Danfoss
 
 
3.5.   Principais concorrentes
3.5.1.Yaskawa
 
- Informações básicas
No Brasil, a Yaskawa Elétrico do Brasil, localizada na cidade de São Paulo, iniciou suas atividades em 1974 e fornece, além dos produtos de toda linha Yaskawa, sistemas engenheirados, desde a concepção e detalhamento, até a sua posterior colocação em marcha. Sua constante busca pela inovação tecnológica e a excelência na qualidade de seus produtos e serviços é reconhecida não apenas por seus clientes, mas também pelo IEPQ - Instituto de Estudos e Pesquisas da Qualidade, órgão de pesquisa que homenageia empresas e instituições de diversas áreas que se destacaram por suas atuações.Hoje a subsidiária brasileira atua em quase toda a América Latina, figurando entre as líderes em países como Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai.
 
- Produtos
Objetivo no Brasil é trazer para o mercado brasileiro os mais novos e inovadores produtos desenvolvidos pela matriz japonesa e que são ideais para automatizar os diferentes equipamentos utilizados nas empresas siderúrgicas. “Temos grande tradição em oferecer soluções específicas para aumentar a vida útil e a produtividade das pontes rolantes e agora pretendemos aplicar as soluções também em alto-fornos, nas linhas de linguotamento contínuo e de processo, e em máquinas móveis”, salienta o gerente. Recentemente a Yaskawa realizou grandes projetos de modernização de máquinas para empresas como a Gerdau Açominas, Arcelor Mittal, Arcelor Mittal Inox e Usiminas e tem planos de ampliar ainda mais a sua participação nesse mercado
Os produtos atendem a faixas de 3.3 kV, 4.16 kV e 6.6 kV e faixas de potência de 200 a 6.000 kva.
Ideal para aplicação em exaustores, ventiladores, bombas, misturadores e em qualquer máquina que requer torque constante ou variável, o modelo MV1S é um inversor de média tensão PWM que opera com até 18, 24 ou 36 pulsos dependendo da classe de tensão. Dessa forma, o inversor opera com uma onda livre de harmônicos e com fator de potência próximo a um, garantindo a qualidade de energia em acordo com a IEEE519, sem necessitar de qualquer filtro harmônico ou banco de capacitor adicional.
O outro modelo que a Yaskawa irá apresentar na feira, batizado de MX1S, é o primeiro inversor de média tensão que utiliza tecnologia PWM matricial, sem barramento de corrente contínua. Isso faz com que o inversor seja capaz de operar nos quatro quadrantes, ou seja, que possa motorizar uma carga e gerar a energia de volta para a rede. A aplicação desse tipo de inversor é a mesma do modelo MV1S. A diferença é que ele permite reaproveitar a energia gasta na frenagem, devolvendo-a para a rede.
 
- Canal de venda
Atraves do telefone (11) 3585-1100 ou e-mail yaskawa@yaskawa.com.br.
Estão a procura de pessoas para fazer representação em todo território Brasileiro.
Promoções
São feitas através de feiras , este ano foi apresentada na 26ª Feira Internacional da Indústria Elétrica, Energia e Automação (FIEE 2011), de 28 de março a 01 de abril, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, o Inversor de Frequência Vetorial A1000, que atende diversas soluções e aplicações industriais, possuindo opcionais para comunicação em diversas redes, realimentação de velocidade, entradas e saídas expansíveis para controlar desde simples ventiladores e bombas até máquinas mais complexas.
Preço
Inversor Frequencia Omron / Yaskawa 0,75 / 1 Cv 380 Volts R$150,00
 
3.5.2.ABB
A ABB é líder em tecnologias de energia e automação, proporcionando aos clientes industriais e de concessionárias a melhoria de performance energética, reduzindo impactos ambientais. O grupo ABB opera em cerca de 100 países e emprega em torno de 125.000 funcionários .Para a ABB sustentabilidade significa equilibrar o sucesso econômico, padrões ambientais e progresso social em benefício de seus públicos de interesse.
A ABB está fornecendo sistemas de gerenciamento de energia e automação de processos para 10 das 12 refinarias da Petrobras no Brasil – soluções que ajudarão a aumentar a produção em expressivos 40% e a produzir novos combustíveis de baixa emissão a partir de fontes de energia renováveis.
 
- Produto
Linha ACS1000, um dos mais bem sucedidos inversores de velocidade variável dentro de sua categoria. Oferece controle simples e confiável Desde o seu lançamento em 1997, o ACS1000 tem marcado a sua referência no mercado com seu controle confiável e eficiente nas aplicações em média tensão, tais como bombas, ventiladores, transportadores, extrusoras e compressores
 
- Canal de Vendas
O Canal de Vendas da ABB é através do fone: +55 11 3688-9081 ou : 0800 0 14 911.
Existe um telefone que funciona 24 horas para tirar duvidas sobre produtos, serviços, ou através do site www.abb.com.br.
- Politica de Serviço
A empresa ABB dispõe de uma equipe técnica que coloca-se a disposição para prestar todo serviço necessário.
Esta equipe esta espalhada por todo Brasil,para localizar basta acessar o site da ABB.
 
- Promoçoes
ABB trabalha com promoções através de seus distriuidores e revendedores.
Preço
Inversor De Frequencia Da Abb Acs 50, 800, 550, 350 R$280,00
 
3.5.3.Siemens
Desde a fundação da Siemens no Brasil, em 1905, a empresa vem trilhando uma trajetória marcada pelo crescimento e superação de desafios. A celebração do centésimo aniversário da empresa no País consolidou um século de operações bem-sucedidas, particularmente impressionantes, quando observamos que se deram ao longo da maior parte do século 20 e início do século 21, um período marcado por grandes turbulências, profundas transformações, mas também por fantásticas descobertas em todo o mundo..
A Siemens está no Brasil há mais de cem anos e é atualmente o maior conglomerado de engenharia elétrica e eletrônica do País, com suas atividades agrupadas em três setores estratégicos – Industry, Energy e Healthcare.
As primeiras operações da empresa no Brasil datam de 1867, com a instalação da linha telegráfica pioneira entre o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. Em 1895, no Rio de Janeiro, era aberto o primeiro escritório e, dez anos mais tarde, ocorria a fundação da companhia no País. Ao longo do século passado a Siemens contribuiu ativamente para a construção e modernização da infraestrutura do Brasil.
Atualmente, os equipamentos e sistemas da empresa são responsáveis por 50% da energia elétrica no País. No Brasil, o Grupo Siemens conta hoje com mais de 10 mil colaboradores, seis centros de pesquisa, desenvolvimento e engenharia, 13 unidades fabris, 12 escritórios regionais de vendas e service.
 
-Produto 
Inversor do conversor de fonte de média tensão Sinamics SM150
O inversor de média tensão Sinamics SM150 é usado para aplicações sofisticadas de acionamento simples e multimotor, combinando alto desempenho dinâmico com precisão de controle máxima. Suportando uma variedade de saídas do inversor se estendendo de aproximadamente 2,500 a 30,000 kVA, o sistema Sinamics SM150 é baseado em conversores de três níveis, resfriados a água projetado ao redor de IGCST( Integrated Gate Commutated Thyristors) com um link de fonte de tensão e AFE (Active Front End).
Siemens oferece novos sistemas de inversores personalizados para suprir as necessidades da sua planta, além de pacotes abrangentes de modernização.
O sucesso das usinas de laminação depende da sua tecnologia de inversores. Os inversores principal e auxiliar das usinas em combinação com os principais motores da gaiola do laminador são cruciais. Portanto, a tecnologia de inversores e motores da usina precisa ser altamente dinâmica, com uma resposta altamente precisa e um sistema de controle estável. Além disso, a tecnologia de inversores deve ter alta capacidade de sobrecarga, operação uniforme, disponibilidade máxima, serviço amigável, e integração contínua com sistemas de automação de nível mais alto. Como o líder de mercado com várias instalações de referência e dedicadas experiências, a Siemens acumulou uma grande expertise nos sistemas corretos de inversores.
 
- Canal de venda
Através do fone (11) 4224-7155 ou por emai :info.br.plm@siemens.com
Divide-se em três frentes:
Vendas internas - composta por engenheiros trainee preparados para atender todas as solicitações técnicas e esclarecer qualquer dúvida sobre o funcionamento ou selecionamento de nossos produtos.
Vendas externas - engenheiros e técnicos formam essa equipe .
Representantes - temos representantes-parceiros de vendas espalhados por todo Brasil, e cada um é responsável por uma região de atendimento.
 
- Política de Serviço
A Siemens dispõe de serviço de 0800-119484 que dá o primeiro atendimento direcionando para a assistência técnica mais próxima.
 
- Promoções
As promoções da Siemens são feitas através do seu departamento de marketing, e grandes feiras e exposições.
 
- Preço
Inversor De Frequencia Siemens Micro Master 420 R$ 550,00
 
3.5.4.WEG
O caminho de sucesso empresarial de Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus começou em16 de setembro de 1961, quando os três fundaram a Eletromotores Jaraguá. Anos mais tarde, a empresa criada por um eletricista, um administrador e um mecânico viria a ganhar uma nova razão social, a Eletromotores WEG SA. O nome é a feliz junção das iniciais dos três fundadores.A trajetória da empresa ao longo destes anos é marcada pelo êxito. Uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do mundo, a WEG atua nas áreas de comando e proteção, variação de velocidade, automação de processos industriais, geração e distribuição de energia e tintas e vernizes industriais.
No país, o grupo tem sua sede e principais unidades industriais em Jaraguá do Sul/SC. Suas demais fábricas estão espalhadas por Rio Grande do Sul (Gravataí), Santa Catarina (Blumenau, Guaramirim, Itajaí e Joaçaba), São Paulo (São Paulo, São Bernardo do Campo e Hortolândia), Amazonas (Manaus), Espírito Santo (Linhares). No exterior, a WEG possui unidades fabris na Argentina, México, Portugal, África do Sul, China e Índia, além de instalações de distribuição e comercialização nos EUA, Venezuela, Colômbia, Chile, Alemanha, Inglaterra, Bélgica, França, Espanha, Itália, Suécia, Austrália, Japão, Cingapura, Índia, Rússia e nos Emirados Árabes Unidos.
Produzindo inicialmente motores elétricos, a WEG começou a ampliar suas atividades a partir da década de 80, com a produção de componentes eletroeletrônicos, produtos para automação industrial, transformadores de força e distribuição, tintas líquidas e em pó e vernizes eletroisolantes. Cada vez mais a empresa está se consolidando não só como fabricante de motores, mas como fornecedor de sistemas elétricos industriais completos.
 
- Produto
Inversor de freqüência CFW-11, É um acionamento de velocidade variável com tecnologia de última geração para motores de indução trifásicos. Apresenta excelente performance estática e dinâmica, controle preciso de torque, velocidade, posicionamento e alta capacidade de sobrecarga, permitindo economia de energia elétrica, aumento de produtividade e melhoria de qualidade nos processos onde é utilizado.
Tensão de alimentação - corrente nominal de saída:
200-240Vca mono: 6 a 10A (1,5 a 3cv)
220Vca: 7 a 211A (2 a 75cv)
380-480Vca: 3.6 a 720A (2 a 600cv)
380-480Vca: 600 a 2850A (500 a 2300cv) - Modular Drive
380-480Vca: 105 a 720A (60 a 550cv) - Inversor Auto-Portante APW11
500-600Vca: 470 a 2232A (500 a 2300cv) - Modular Drive
500-690Vca: 527 a 2500A (600 a 2800cv) - Modular Drive Refrigerado a água
660Vca ou 690Vca: 427 a 2028A (500 a 2500cv) - Modular Drive 

Vectrue Technology® - Tecnologia de controle de motor dos inversores de frequência WEG
Escalar V/F linear ou ajustável: controle da velocidade do motor com compensação de escorregamento
VVW (Voltage Vector WEG): controle da velocidade do motor com ajuste automático as variações de carga da rede
Vetorial Sensorless (sem encoder) - Motores de indução: controle vetorial de torque e velocidade com alta resposta dinâmica 
Vetorial com encoder:  controle vetorial de torque e velocidade com alta resposta dinâmica
Vetorial Wmagnet Sensorless (sem encoder) e com encoder: controle vetorial com alta resposta dinâmica para motores Wmagnet WEG em toda a faixa de velocidade
Frenagem ótima® - Tecnologia de frenagem dos inversores de frequência WEG 
Elimina em algumas aplicações o uso do resistor de frenagem
Fluxo ótimo® - Tecnologia para acionamento de motores de alto rendimento Plus WEG 
Melhor desempenho e redução de espaço e custo
A Weg também com inversor de freqüência:
CFW-10
 CFW-09
 CFW-08
CFW-700
 Inversor de freqüência media tensão.
Os Conversores de Corrente Contínua WEG série CTW-04 são equipamentos robustos, de alta precisão e confiabilidade, destinados ao acionamento e controle de motores de corrente contínua. Todas as funções tais como disparo, regulação, proteções, sinalizações, são controladas por um microprocessador de alta performance. Isso garante grande flexibilidade e facilidade na adaptação às mais diversas aplicações nos mais variados segmentos industriais.
 
- Canal de vendas
Através do fone (47) 3276-4000 ou site WWW.weg.net
Sua equipe de vendas é através de distribuidores, revendedores e representante espalhados por todo Brasil.
 
- Política de Serviço
Fornecer produtos e serviços com qualidade autêntica, ou seja, satisfazer as necessidades dos nossos clientes ao menor custo possível.
 
- Promoções
A Weg faz suas promoções através de: Feiras, eventos, revistas técnicas, folderes, marketing.
 
- Preço
Inversor De Frequencia Weg Cfw 10 Easy Drive R$379,00
 
3.5.5.Schneider
De 1836 até aos dias de hoje, a Schneider Electric transformou-se no especialista global em gestão de energia. Começando nas suas raízes na indústria do ferro e aço, maquinaria pesada e construção naval, chegou à electricidade e gestão e automação. Após 170 anos de história, a Schneider Electric tornou-se actualmente no fornecedor de soluções que o irá ajudar a rentabilizar ao máximo a energia.
 
- Produto
Inversores de frequência de média tensão de 0,5 MW a 10 MW -  Altivar 1000; Propulsor de velocidade variável de média tensão para motor CA
Intervalo de voltagem de saída; 2300 V - 3300 V (4160 V - 6600 V como uma opção)
Faixa de potência: 0,5 - 10 MW
Intervalo de frequência: 0 - 60 Hz como padrão (140 Hz como uma opção)
Alimentação recebida: Qualquer tipo de alimentação da linha de média tensão
Resfriamento: Ar e água, com redundância do sistema de resfriamento (ventoinha ou bomba)
Tecnologia: Inversor da fonte de voltagem
Fase de entrada: Retificador da entrada de 12/24 impulsos
Fase de saída: Inversor da fonte de voltagem de nível 3 do ponto neutro fixo (NPC) com IGBT de alta tensão
Soluções de travagem elétrica: Travagem regenerativa através de um retificador ativo ou travagem através do dispositivo de corte ou da resistência
Compatibilidade com os motores novos e existentes
Eficiência: Aproximadamente 99%
Redução incorporada das harmônicas (retificador ou filtros de 12/24 impulsos)
Conformidade com as normas IEC como padrão. Outras normas como opção (NEMA, ANSI, IEEE etc.)
Design com transformador de entrada incorporado ou em separado
Oferta incluindo o propulsor e o motor (se solicitados)
Fácil adaptação à aplicação através da função do PLC
Aberto às principais redes do sistema de controle: Ethernet, Profibus, Modbus, CANopen
Controle do motor assíncrono como padrão; motor síncrono como opção
Fácil acesso frontal às caixas
Classificação de proteção elevada: até IP 41 (arrefecido a ar) e IP 54 (arrefecido a água)
Opção de diagnósticos através do acesso em tempo real à assinatura dos principais valores do dispositivo
Controle do motor para todas as aplicações: Controle U/f; controle do vetor do fluxo com ou sem sensor; controle da     velocidade, torque ou posição; função master-slave etc.
Continuidade de utilização e funções de segurança: Sistema de proteção total para o conjunto transformador-motor-propulsor-auxiliares, supressão de velocidades críticas etc. Funções de autoafinação para início rápido
Precisão de velocidade no estado estacionário: 0,05% sem sensor e 0,05% com sensor
Tempo de resposta do torque < 5 ms.
 
Temos também Inversores de frequência de média tensão Altivar 11; Altivar 12; Altivar 21 Altivar 31; Altivar 312; Altivar 32; Altivar 61, Altivar 71.
 
- Canal de Vendas
e-mail: call.center@br.schneider-electric.com Telefone: 0800 7289 110 ou 3468 5791;
Fax: 0800 7289 111; 
Correio: Avenida das Nações Unidas, nº 18.605, São Paulo/SP, CEP: 04795-100;
 
- Politica de Serviço
SCHNEIDER atende as necessidades de seus clientes e aos requisitos das normas ISO9001 (Qualidade), ISO14001 (Meio Ambiente), OHSAS18001 (Saúde e Segurança) e SA8000 (Responsabilidade Social). O compromisso permanente de suas unidades de negócios e divisões no gerenciamento do seu Sistema de Gestão Integrada está fundamentado nos seguintes princípios:
Buscar a satisfação de nossos clientes através do atendimento a todos os requisitos aplicáveis aos produtos e seus processos de manufatura e serviços;
Promover a preservação do meio ambiente, prevenindo a poluição e minimizando ou controlando o consumo de recursos naturais e a geração de resíduos;
Preservar a saúde e a integridade física dos colaboradores e contratados, atuando na prevenção de incidentes e doenças ocupacionais;
Aprimorar a qualidade de vida no trabalho e na comunidade;
Contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional, qualificando e valorizando seus colaboradores;
Atender à legislação e outros requisitos aplicáveis aos seus Aspectos Ambientais, Saúde & Segurança e Responsabilidade Social;
 
- Preço
Atv12h075m3 Inversor De Frequencia 1cv 380/440 Schneider R$520,00
 
3.5.6. Danfoss
A Danfoss é líder mundial no setor de pesquisa, desenvolvimento e fabricação de controles eletromecânicos e eletrônicos, bem como de soluções de sistemas para indústrias de refrigeração, de aquecimento e ar condicionado. 
Atualmente, a Danfoss emprega mais de 22.300 funcionários em todo o mundo, possui fábricas nos cinco continentes e escritórios de vendas em mais de 100 países, faturando cerca de US$ 4,1 bilhões ao ano.
No Brasil, a empresa iniciou as suas operações em 1968, tendo sede na cidade de São Paulo
 
- Produto
O VLT® HVAC Danfoss é indicado para ventilação, aquecimento e aplicações de refrigeração. Com uma grande e poderosa variedade de recursos;VTC HVAC DRIVES FC 100; FC 200; FC300;FC 2800.
O VLT MICRO é um drive para aplicação gerais e que pode controlar motores AC de ate 7.5 KW.é um drive pequeno de máxima qualidade.
 
- Canal de Vendas
A equipe de vendas divide-se em três frentes:
Vendas internas - composta por engenheiros trainee preparados para atender todas as solicitações técnicas e esclarecer qualquer dúvida sobre o funcionamento ou selecionamento de nossos produtos.Vendas externas - engenheiros e técnicos formam essa equipe dividida entre os segmentos da insdústria: hidráulica, água, ar, naval e mercados especiais.Representantes - temos representantes-parceiros de vendas espalhados por todo Brasil, e cada um é responsável por uma região de atendimento.
 
- Politica de Serviços
Este é nosso compromisso com você cliente, melhorar continuamente nosso atendimento e serviços prestados, satisfazendo integralmente suas necessidades.A Danfoss do Brasil trabalha atualmente com um Sistema de Melhoria Contínua de seus processos de vendas, assistência técnica e fabricação, o que nos dá a certeza de estar sempre aprimorando o sistema para melhor atender os clientes.O escopo da Certificação engloba vendas e assistência técnica de todos os equipamentos e peças fornecidas pela Danfoss do Brasil, incluindo a fabricação de unidades condensadoras. Isso faz com que a cadeia de fornecimento se feche por completo, desde a fabricação até a entrega para o cliente. O cliente agora tem a certeza de que estará recebendo a melhor qualidade em equipamentos, vendas e assistência técnica.
 
- Promoções
As promoções da Danfoss são feitas através do seu departamento de marketing, e grandes feiras e exposições
 
- Preço
Inversor De Frequência Danfoss Vlt Fc300 R$ 880,00
 
 
5.     As principais aplicacoes nos segmentos
5.2.   Eletricidades
5.2.1.              Informações básicas de segmento e perspectiva.
 
Ao final do século XIX, quando a atividade econômica do Brasil era significativamente agrária, a participação da eletricidade como fonte de energia era inexpressiva. Com o início da industrialização, fatores como a concentração em centros urbanos e o surgimento de uma classe média impulsionaram seu uso.
A partir de 1920 o Brasil foi tendo o seu número de usinas hidrelétricas instaladas aumentado, num crescimento constante. Estas usinas estavam geralmente associadas a regiões de atividade industrial ou atendiam às localidades definidas por concessão municipal. Com o crescimento da atividade e a necessidade de executar projetos de maior tamanho, iniciou-se um processo de fusões e incorporações entre as empresas do setor. 
Desde esta época, já se verificava a primazia da hidroeletricidade, que representava 80% da potência total instalada, de aproximadamente 779 MW. Esta característica própria diferenciou a evolução da economia da energia no Brasil dos outros países de vanguarda industrial, onde predominava a termoeletricidade, com base no carvão mineral.
Seguindo uma tendência mundial, durante as décadas de 1940 e 1950 as usinas passaram a ser cada vez maiores para que se reduzissem os custos de instalação e de geração. A concentração do setor nas mãos de poucas empresas privadas dava-lhes poder para cobrar caro e influir nas diretrizes de crescimento econômico do país.
A Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobrás) foi criada pela Lei n° 3.890-A, de 25 de abril de 1961, e instalada em 11 de junho de 1962, com o objetivo de promover estudos e projetos de construção e operação de usinas geradoras, linhas de transmissão e subestações, destinadas ao suprimento de energia elétrica do país.
Quando foi criada, a empresa agregou como subsidiárias a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), Furnas Centrais Elétricas, a Companhia Hidrelétrica do Vale do Paraíba (Chevap) e a Termelétrica de Charqueadas. Na época, a capacidade geradora instalada do país era de 5.800 MW.
A Eletrobrás assumiu desde o início as características de holding - núcleo de um conjunto de concessionárias com grande autonomia administrativa - e a gestão dos recursos do Fundo Federal de Eletrificação transformou-a rapidamente na principal agência financeira setorial.
Em 1964, foram ultimadas as negociações para a compra pelo governo brasileiro das concessionárias atuantes no Brasil do grupo Amforp. O negócio foi realizado em 14 de outubro e essas empresas passaram à condição de subsidiárias da Eletrobrás.
Em 1968, foi criada outra subsidiária de âmbito regional, a Centrais Elétricas do Sul do Brasil (Eletrosul) e em 1973, a última subsidiária regional da Eletrobrás foi instituída: a Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte). Neste último ano, a Eletrobrás estabeleceu, juntamente com a Administración Nacional de Electricidad, empresa estatal paraguaia, a Itaipu Binacional, visando à construção da hidrelétrica de Itaipu, no rio Paraná, na fronteira dos dois países.
Em seguida, a Lei n° 5.899, de 5 de julho de 1973, atribuiu à Eletrobrás a competência para promover, através de suas empresas de âmbito regional, a construção e a operação de sistemas de transmissão em alta e extra-alta tensões, visando à integração interestadual dos sistemas e ao transporte de energia elétrica de Itaipu. Para tanto foram instituídos os Grupos Coordenadores para a Operação Interligada (GCOI).
Ao final da década de 1970, todas as concessionárias do setor de energia elétrica tinham capital nacional, com a compra pelo governo brasileiro das ações da Light à multinacional Brascan Limited, em janeiro de 1979.
Na década seguinte, o desempenho da Eletrobrás passou a se ressentir das dificuldades que vinham sendo enfrentadas pela economia brasileira. A recessão e a crise da dívida externa criaram um quadro de grave estrangulamento financeiro no setor. Essa situação agravou-se em 1988, com a extinção do Imposto Único sobre Energia Elétrica e a transferência para os estados da arrecadação tributária equivalente.
No início da década de 1990, o programa de obras de geração foi praticamente paralisado e foi iniciada uma reorganização institucional do setor, com a finalidade de reduzir a presença do Estado na economia. Em março de 1993, diminuiu-se o controle da União sobre os preços dos serviços de energia elétrica. Em 1995, foi sancionada pelo Executivo uma nova legislação de serviços públicos, na qual:regras específicas para as concessões dos serviços de eletricidade foram fixadas; a figura do produtor independente de energia foi reconhecida, liberando os grandes consumidores do monopólio comercial das concessionárias; e  o livre acesso aos sistemas de transmissão e distribuição foi assegurado.
Em maio de 1995, a Eletrobrás e suas quatro empresas de âmbito regional - Chesf, Furnas, Eletrosul e Eletronorte - foram incluídas no Programa Nacional de Desestatização. À época, o sistema Eletrobrás respondia por 48% da capacidade geradora instalada no país, totalizando 55.512 milhões de kW.
 
Características Técnicas
 
Recursos Hídricos – Brasil
As características físicas e geográficas do Brasil foram determinantes para a implantação de um parque gerador de energia elétrica de base predominantemente hidráulica. Como cerca de 25% de todo o potencial hidrelétrico conhecido correspondem a usinas em operação e em construção, estima-se que pelo menos nas duas próximas décadas, as fontes hidráulicas continuarão a desempenhar importante papel no atendimento à crescente demanda de energia elétrica.
 
A exploração desse potencial era, tradicionalmente, efetuada por empresas de economia mista (aquelas em que o acionista majoritário é a União), os governos estaduais ou municipais, que respondem por mais de 99% da produção nacional de energia elétrica para uso público. Hoje, cada vez mais, essa exploração tem a participação da iniciativa privada.
 
Porém, independentemente do caráter público ou privado dos agentes encarregados do suprimento de energia elétrica, é muitíssimo importante que a operação e a expansão do sistema elétrico brasileiro, continuem a ser realizadas de forma coordenada, com alto grau de interligação entre seus componentes. Esta interligação permite obter dos sistemas uma produção energética superior àquela que seria proporcionada pela soma das produções das usinas em operação isolada.
 
Capacidade Nominal Instalada em 2008 (milhões de kW)  - 103 milhões de kW
 
Térmicas 25% 
Hidráulicas 73%
Outros 0,2%
 
Energia elétrica disponível em 2008: 541 bilhões de kWh
Consumo Nacional de Energia Elétrica em 2008:  418 bilhões de kWh
 
Número de Consumidores: 63,5 Milhões
 
Em 2030 o Brasil deverá estar assim em energia elétrica. Capacidade nominal instalada de 216,6 milhões kW (156,0 milhões kW de hidroeletricas, 39,8 milhões de kW térmicos, destes, 21,0 milhões à gás natural, 6 milhões a carvão, 7,35 milhões a combustível nuclear, e 5,5 milhões outros, e, ainda, 30,8 milhões de energia alternativa ( PCHs, biomassa e eólica).
 
Aplicabilidade de inversor de CA nesse segmento
 
·Substituição de variadores mecânicos
·Substituição de variadores eletro-magnéticos
·Automatização e flexibilização dos processos fabris
·Comunicação avançada e aquisição de dados
·Eliminação de elementos de partida pesada e complicada
·Aumento da vida útil do maquinário.
·Evita choques mecânicos( trancos) na partida.
·Redução do nível de ruído.
·Excelente regulação de pressão e vazão
·Economia de energia ( demanda e consumo).
 
Lembramos que 51% da energia elétrica gasta na industria é usada para alimentar os motores.Podemos então ver aimportância de se dimensionar corretamente nossosmotores e de reduzir ao máximo a potência consumidaotimizando os meios de controle e de processo.
 
 
5.3.   Petrolífera
5.3.1.              Informações básicas de segmento e as perspectivas
Com a nova medição das reservas do pré-sal, que hoje já temos comprovados uma média de 30 milhões de barris certificados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo), este número se tornou grandioso e com uma previsão de crescimento incalculável. Esta descoberta certamente nos trará muitos e muitos bilhões de dólares, melhorando ainda mais a economia do Brasil e gerando cada vez mais empregos. Neste momento, a estimativa é de um investimento que pode ultrapassar US$ 600 bilhões até 2015 na área do pré-sal, para que o país se torne cada vez mais preparado tecnicamente e tecnologicamente para a exploração deste recurso.

O setor petrolífero brasileiro está trabalhando dia após dia com a finalidade de desenvolver a mais avançada tecnologia “offshore”, área na qual já somos uma referência mundial em um nível de prospecção de petróleo em águas ultra-profundas, mas desta vez, esta nova etapa terá que ser realizada da forma mais rápida possível, pois a cada dia que se passa os equipamentos se tornam mais caros e há uma necessidade de profissionais capacitados, em uma quantidade elevada, para que possamos atender a gigantesca demanda neste novo rumo do petróleo brasileiro. 

As reservas do pré-sal poderão facilmente quadruplicar, mas não podemos esquecer-nos de levar em conta que este tesouro está a 350 km do litoral e a mais de seis mil metros de profundidade. Muito diferente das nossas atuais reservas na área do pós-sal que está em torno de 50 km da costa e a dois mil metros de profundidade. Um novo desafio e um novo objetivo nos espera, para que possamos aproveitar ao máximo as reservas do pré-sal. 

A indústria brasileira está passando por uma transformação para que possamos alcançar este grande objetivo, imaginem quantos navios e barcos de apoio deverão ser construídos? Quantas das tão complexas “Árvores de Natal”? BOP.s? A tecnologia envolvida na construção dessas válvulas a fim de evitar uma tragédia como vimos no mês de abril no Golfo do México, onde, até até agora já vazaram mais de 4 milhões de barris de petróleo no mar. Avancemos um pouco mais em nosso desafio. Quantos milhares de quilômetros de tubos sejam eles “Risers”, oleodutos, gasodutos, polidutos ou tubos flexíveis, serão necessários para podermos escoar todo este óleo? A tecnologia das novas super-mangueiras para resistir uma pressão superior a 6000 “PSI”. 

Pensem ainda em quantas sondas de pesquisa, perfuração e produção serão necessárias, novas plataformas, navios plataformas e FPSO’s serão necessários somente para o Pré-Sal? Não podemos esquecer-nos das refinarias, que estão passando por uma modernização para podermos ampliar a produção de produtos derivados do petróleo, tudo isso sem contar com a construção dos novos complexos petroquímicos como o complexo de Itaboraí, localizado no estado do Rio de Janeiro com a previsão para entrar em funcionamento no final do ano de 2012, que tem a finalidade de obter nafta petroquímica, um derivado que causa ao Brasil um déficit na balança comercial, pois o Brasil ainda importa muita nafta. 

Outro complexo que ainda está em fase de licitação é a nova refinaria “PREMIUM” que terá uma capacidade de refino em torno de 600 mil barris de petróleo dia, ainda não se sabe em qual estado será construída, com a previsão de funcionamento para 2014. Todos estes complexos serão capazes de elevar a nossa produção de refino de dois milhões para 3500 milhões de barris de petróleo por dia. 
Nesta nova Indústria do Petróleo os projetos serão bem mais complexos e numerosos, o que nos exigirá a capacidade para um processo decisório mais ágil e mais seguro e com profissionais altamente preparados. 

Por falar nos profissionais, questiono ainda como treinaremos milhares e milhares de pessoas, na quantidade e qualidade necessárias para atender às crescentes demandas técnicas e gerenciais, nos prazos exigidos, um dos exemplos recentes está nos estados do Rio Grande do Norte e Maranhão que hoje necessita de mais de 150 mil profissionais na área do petróleo. Com essa nova indústria do petróleo brasileiro este número pode ser dez vezes maior. Será que teremos tempo de capacitá-los antes de 2015 para que possamos concretizar nossos objetivos na indústria do petróleo e entremos definitivamente na lista dos gigantes do petróleo?
 
5.3.2.              Aplicabilidade de inversor de CA nesse segmento
O inversor pode ser aplicado em diversas área da indústria petrolífera, podemos citar:
- Partida suave no bombeamento de petróleo.
- Parada suave no bombeamento de petróleo.
- Elevação artificial no nível na plataforma de exploração de petróleo.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Chinese中文版
1,巴西概况
面积: 8.514.215,3
首都巴西利亚
人口: 190.732.694 (截至 2010) 
行政区划5.435个市
货币 雷亚尔
国名巴西联邦共和国
国籍巴西
总统: 迪尔玛.罗塞夫
巴西气候 赤道气候,热带气候,高海拔热带气候, 大西洋热带气候, 半干旱气候和亚热带气候
巴西城市(主要)圣保罗, 里约热内卢, 贝洛奥里藏特, 阿雷格里港, 萨尔瓦多, 戈亚尼亚, 累西腓, 玛瑙斯, 库里蒂巴, 佛罗利亚那珀利斯, 贝伦, 马塞约,库亚巴, 若昂佩索阿, 福塔莱萨,圣路易斯.
巴西人口概况: 黑白混血种人: 42.6%, 白种人: 49.7%, 黑种人: 6.9%,印第安人: 0.3%, 黄种人: 0.5% (资料来源: 全国住户抽样调查 2006).
1.1巴西经济
巴西是拉丁美洲最大的国家位居世界第十, (国内生产总值购买力平价法) 2005年国内生产总值7970亿美元, 该年国内生产总值增长2.3%,自1994, 雷亚尔计划实施的第一年, 该国没有获得5%以上的经济增长率.(国民生产总值购买力平价法)巴西成为世界第14大经济大国, 2005年国民生产总值为644,133 亿美元
该国的经济结构具有多样化和不同类型的经济和产业体系
  • 航空业
  • 农业和农牧业
  • 汽车业
  • 建筑业
  • 电子业
  • 化工业 
  • 加工业
  • 纺织业
  • 采矿业
  • 石化产业
  • 旅游业
  • 服务业
  • 巴西金融业
  • 化工业
  • 采矿业
在整个十七世纪,称为先锋旗队的探险队在内陆寻找 ()的贵重金属及宝石(钻石、翡翠)。继而,早在18世纪 (进入 1709 e 1720)在圣保罗州的船长辖区,终于发现了他们梦寐以求的宝贝(中央高原的群山间), 这个地区随后被解体为米纳斯吉拉斯州, 戈亚斯州和马托格罗索, 启动了黄金的周期。另一项重要运动是不同的城镇和城市之间的内部贸易。
在巴西,第一产业(农业,采矿和植物)仍然是非常重要的, 但相对于其它,有一个比重缓慢增长的第二产业 (工业) 。然而, 发生在1999年的国家货币的贬值从而给于了农业产业足够的刺激了出口。
巴西国内生产总值实际增长行业
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
农业
5,45
4,08
3,11
-0,83
1,27
8,33
2,15
5,76
5,54
4,49
5,29
工业
6,73
1,91
3,28
4,65
-1,03
-2,22
4,81
-0,50
2,57
0,07
6,18
服务业
4,73
1,30
2,26
2,55
0,91
2,01
3,80
1,75
1,61
0,61
3,32
金融市场
国家货币委员会是全国金融体系的最高决策机构, 由联邦政府控制。巴西中央银行是执行机构,设置利息的利率,可以影响汇率的公开市场操作。
1.3 主要城市和区域发展概述
中西部(马托格罗索,戈亚斯,南马托格罗索): 主要基于农业产业.
东北部:(马拉尼昂,皮奥伊,塞阿拉州 ) 主要基于工业、石油和农业综合产业。税收激励政策带领了该地区的各个产业。旅游业很旺盛。
北部(亚马逊,帕拉): 主要依赖于蔬菜和矿物的提取。还值得一提的是马瑙斯自由贸易区。
东南部 (米纳斯吉拉斯州和圣保罗) 复杂和多元化的工业园,且贸易发展成熟,具有良好的服务。
南部(巴拉那州,圣​​卡塔琳娜)大部分的财富来自于服务行业,但它也有一个发达的工业和农业。
2, 在巴西市场的低电压变频器的条件
此项目为西门子公司引进
西门子公司在市场上推出了 SINAMICS G120, 在所有工业领域驱动的通用解决方案中,变频器被广泛的应用,用于改变电动机的转速新产品具有节约能源功能,相比传统技术的速度变化,消费行业和建筑业直降达22 %能够完美地满足低压范围内的高性能应用需求,具有再生能量回馈功能,可实现 100%的能量回馈,所产生的能量导致低电压和电流(谐波)。
在巴西的Sinamics G120家庭型带来了新的创新,独特的模块电压690V给低功耗、集成的安全技术和再生能源F3E。根据市场的变化速度,家庭型G120未来的技术发展趋势。此外, 暖通空调(用于供暖、通风和空调)的应用程序带来的差异,确保用户经济与能源组件的质量
风机和压缩机在工业的应用程序中,G120P变频器是暖通空调系统的最佳成本效益选项,有些型号可以安装在面板之外,并不需要使用反应器或射频滤波器。
 
 
2.1 规模和市场分布(按地区)2010年,在未来三年巴西市场的规模增长和分销市场的增长能力和原因分析。
在巴西的自动化市场,年销售额高达5000万雷亚尔,其中26%的公司表示该行业每年在1亿和10亿雷亚尔之间,其他公司年销售额高达1000万雷亚尔,并且只有一小部分 (8%) 年销售额1亿雷亚尔以上.在巴西这一市场2010年已增加16 %的分销商。
 
2,2 市场细分
2.2.1 分区域市场
 
分销商在巴西的各个州都有 , 我引用一些圣保罗州的
 
公司:JABU ENGENHARIA ELETRICA LTDA.
地址:RUA QUINZE DE NOVEMBRO,13-50
邮编:17015042
姓名:BAURU
电话: (14) 3214-5353
传真: (14) 3214-5353
网址: www.jabu.com.br
电子邮件: 
nilson.poli@jabu.com.br
产品TIA -全集成自动化
2.2.2 市场力量
2.3 该系统的渠道
调查表明,80%的销售均透过直接销售给消费者。
通过电话销售的模式被越来越少地采用, 她们只达到20%的消费者。
在巴西的销售渠道是通过消费者直接销售或者通过销售人员或代表进行。
2.3.1 市场渠道结构
73%的销售额是通过经销商,批发商,零售商直接销售给消费者。电话直接销售的百分比越来越少,电话销售只能接触到16%的目标客户。
在巴西,该类产品的销售基本是由直接面对面的消费者,也就是说,通过经销商或销售代表。
市场渠道结构比例:
分销商及批发商:48
店铺零售/连锁零售:25
直接销售:20
电话销售:4
其他:3
2.3.2 渠道供应商的特征
低压变频器渠道商都是由巴西本国以及外国公司的的电器配套解决方案的技术销售而衍生的,这类的配套解决方案包含多种组成,从电气添加补丁到传动电力解决方案。通过其分销商的制度,制造商寻求有资格的销售人员,使他们能够接受培训,以出售制造商的技术产品。对于还有那些没有足够专业技术销售人员的制造商,以最终会因为缺乏竞争力而无法接触到目标客户,最终只能进入竞争最激烈,对产品技术要求较低的红海,最终与低技术产品的竞争。

2.3.3
特点和发展趋势和渠道
低压变频器市场分销的难点在于提供安装,维护及针对特定客户的特定项目的开发。但是,提供这种服务的公司数量非常少,大约不到50%的的分销商有这样的完全的技术能力,剩余的一半的分销商还在努力朝这个方向进发。他们面对的主要困难还是一个熟练的技术人员的不足。
 
2,4巴西市场需要的低压变频器技术特点
 
2.4.1销售设备的主要方法
为了实现这些品牌,公司正押注于直接销售给消费者作为主要的销售渠道。73%的公司表示,这是销售的主要机制的做法。通过电话销售越来越少地被采用。在这种情况下,只有16%的公司表示将这称为渠道销售。
2.4.2 使用备件的类型
2.4.3 EMC 变换器的要求
2.4.4 IP转换器
2.4.5变频器控制模式
2.4.6对不同类型的电力负荷的主要产品
2,5在巴西的低频率的价格体系的构成
3, 行业的主要特点
3.1 功率
3.1.1 行业背景和基本信息
3.1.2 变频器应用行业
3.1.3 市场前景
3,2 石油化工
3.2.1 行业背景和基本信息
3.2.2 变频器应用行业
3.2.3 市场展望
2.1 自动化产业近年来增长强劲,并已在巴西经济中占据着显著地位。在历时数月对制造商和分销商进行的一项调查,是广大客户非常关心的一项调查。100%的人表示有专门的技术机构,提供客户支持并已有一半的公司提供了自动化项目。同样,49%的公司也说他们提供安装服务和自动化系统的维护。关于计费24%的公司认为在巴西的自动化市场,年销售额高达 5000 万雷亚尔,26%的公司表示该行业每年在1亿和10亿雷亚尔之间。
2.2同时还发现62%的受访公司,年销售额高达1000万雷亚尔,并且只有一小部分 (8%) 年销售额1亿雷亚尔以上。为了实现这些品牌,公司正押注于直接销售给消费者作为主要的销售渠道。73%的公司表示,这是销售的主要机制的做法。通过电话销售越来越少地被采用。在这种情况下,只有16%的公司表示将这称为渠道销售。
2.3 在列出的41 个的相关项目中,电器高居榜首目前售出最多,其他产品如计时器、人机介面、逻辑控制器和控制装置也被提名为最商业化。
 
 
 
 
 
 
 
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